
A viagem de avião foi um stressssss. Imaginava eu, que ia despedir-me com lágrimas abundantes, muitos e demorados abraços e palavras de saudade e boa sorte. Mas não. Não foi naaaaada disso que aconteceu.
Dirigi-me ao balcão de check-in, com mais de duas horas de antecidencia do voo, e já tinha à minha espera uma fila que atravessava o corredor do check-in e chegava quase aos elevadores. Que bom uma seca à minha espera!
Dirigi-me ao balcão de check-in, com mais de duas horas de antecidencia do voo, e já tinha à minha espera uma fila que atravessava o corredor do check-in e chegava quase aos elevadores. Que bom uma seca à minha espera!
Os meus pais ficaram na fila do check-in e eu decidi ir declarar o meu PC, na eventualidade da alfandega resolver chatear. Só estavam só três brazucas à minha frente mas provavelmente estavam a declarar a sua bagagem toda (Só podia com o tempo que cada um demorava!).
Ficaram os meus irmãos na fila a alfandega e lá fui eu para a fila do check-in, que entretanto tinha avançado e estava quase na minha vez. Não houve problema com o peso (Ufa! Estava mesmo na queima) e as malas lá seguiram para o porão. No entanto para meu espanto, recusaram-se a entregar o cartão de embarque porque eu não tinha um bilhete de regresso! Não me deixavam embarcar! Era mesmo o que eu precisava. Só podia embarcar se tivesse um bilhete de regresso. Achei delirante!
O Luís tinha ido quarto dias antes sem qualquer problema! Para além disso, argumentei, que uma pessoa podia ter um bilhete de uma outra companhia. Ou passar um ano a visitar a América Latina. Ou vir de barco. Mas não! Segundo a impenetrável hospedeira, que me fazia o check-in, tinha de ter bilhete de regresso, senão podia ficar no Brasil ilegalmente.
Pensei que podia ficar a barafustar durante duas horas e perder o avião. Ou comprava o bilhete e resolvia o assunto mais tarde. Foi o que fiz. Mas antes ainda passei pela agradável alfandega a preencher formulários... e depois lá fui eu desembolsar mais uns euritos para a viagem...
Resumindo com tudo isto despedi-me de todos a correr. Com abraços curtos, beijos fugazes o que nem assim impediu das lágrimas subissem aos olhos da minha mãe! Adeus, e como vêem tenho mesmo de voltar por causa o visto!
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